“Lições” de estilo com Alok

Como quem quer tudo e um pouco mais, ele foi conquistando o seu espaço na cena musical, a ponto de se firmar no segmento eletrônico como um dos melhores DJs da atualidade. Se fosse até aí já seria ótimo, mas o fato é que Alok conseguiu estender os seus domínios para além das pick-ups, tornando-se um referencial de estilo marcante – e acima da média! – para grande parte do público masculino.

A perspectiva de popstar consolidada através do seu talento colabora para que suas apresentações sejam potencializadas ao nível A do mercado fonográfico. Desse modo, ele firma uma carreira que transcende o artista por estar sedimentado no viés profissional do seu lado empresário e produtor que aprendeu a conciliar os seus dons musicais com um antenado feeling comercial que poucos da sua área possuem.

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Só pra entender melhor: Alok tem 25 anos, mas toca desde os 12, nasceu em Brasília, no berço agitado da família Petrillo que respira e vive de música. Seus pais são Swarup e Ekanta, ambos DJs e responsáveis por maximizar o cenário de raves no centro-oeste do Brasil, desde o final da década de 90 a frente de grandes e renomados festivais na área, sendo, portanto, os principais expoentes do Psy Trance no país. Alok ainda é irmão de Bhaskar, também DJ, com quem fez dupla dos 12 aos 19 anos. Em seguida iniciou carreira solo, mudou de gênero musical para o House Music, denominado por ele de Brazilian Bass. De lá pra cá, trabalhou, trabalhou e explodiu!

Voltando ao que nos interessa, resolvi interpretar algumas “lições” de estilo que o Alok conseguiu imprimir em sua imagem: um cara que rompeu paradigmas ao abrir horizontes com originalidade e sem perder a masculinidade. Para inspirar, a mim e a você, se liga no que a gente tem a aprender com o estilo do Alok.

Toque número 1: Looks com cores neutras podem ser mais legais do que se pensa. Esses trazem consigo o grande diferencial de poder recombinar as peças com certa discrição e uma maior frequência que o habitual, sem parecer que você está repetindo demais. Afinal, peças com cores mais chamativas ou estampadas marcam mais. Não que isso seja de grande relevância na sua vida, uma vez que comprou tem mais é que usar e muito, mas, cá pra nós, peças em preto, branco e cinza são bem difíceis da gente enjoar de usar. Fora que valorizam a silhueta e disfarçam uma imperfeição aqui e acolá.

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Segundo toque consolida uma tendência de passarela: maxi comprimentos são bem vindos. Olhe lá que aquela camiseta com a barra mais estendida que você viu no passado como grande novidade de passarela ou vitrine, pode ter sido motivo de estranhamento, porém, hoje, pra uma parte dos homens nem é mais tanto. Alok comprova que essas peças podem ser um incríveis, principalmente se você estiver seguro de si e com o corpo em dia na academia, não é?! Haha!

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Para o terceiro toque, a gente foca nos acessórios, já que os looks são neutros, o ideal é dar um UP à composição e render uma dinâmica contemporâneo incorporando anéis e pulseiras. Dá um zoom também nos óculos escuros que não podem faltar!

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Já ocupando o posto de quarto toque, a gente comprova que tênis nunca é demais e vai bem em qualquer ocasião. Por fim, envolvido pelo quinto toque, se pode perceber que, o branco, preto e cinza são legais e charmosos, mas a gente não pode abrir mão de cores e estampas, afinal o bom da vida, como também da moda, é saber equilibrar.

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Imagens: Reprodução Google / Instagram @alok